Empregabilidade do professor e jogo de empresas

Empregabilidade do professor e jogo de empresas

Atualizado: Jul 13

Estava preparando uma aula relâmpago sobre empregabilidade para meus alunos e pensei na empregabilidade do professor como algo que deveria ser pensado do ponto de vista da faculdade que nos contrata. O modelo de currículo do professor é, francamente, a melhor maneira de não mostrar aspectos de empregabilidade do profissional da educação.


No início de cada semestre, especialmente para os alunos de último ano, costumo fazer algumas considerações sobre como aumentar a sua empregabilidade. Os alunos percebem, principalmente os que ainda não se colocaram em bons empregos, que terminar a faculdade não é suficiente para competir no mercado de trabalho. Algo mais precisa ser feito. Da mesma forma, os professores também encaram esse problema.

Ao fornecer seu currículo Lattes, a sua estrutura é terrivelmente voltada para o acadêmico, com foco em pesquisa. Ele não apresenta corretamente suas competências. Essa não é uma opinião pessoal, basta olhar o que Yorke & Knight (2006) apresentam como a estrutura adequada para realçar aspectos de empregabilidade e procurar esses indícios no padrão Lattes de currículo. Na verdade, a plataforma Lattes não tem o objetivo de demonstrar empregabilidade, por isso não se pode criticá-la quanto a esse aspecto; seria o mesmo que reclamar que um Ferrari é péssimo nas nossas estradas vicinais do interior de qualquer estado no Brasil.


O que me chamou a atenção para o ponto de vista da empregabilidade do professor, no trabalho de Yorke & Knight (2006) é propor uma autoanálise do que se está fazendo para atingir aquilo que é desejado pelo empregador, no caso as Instituições de Ensino Superior (IES). Não se trata apenas de cumprir o mínimo necessário (pontualidade, engajamento, dedicação, vocação para o magistério, etc).


Há o desejo real de que o professor apresente, também, resultados. E esses resultados são medidos em termos de indicadores que não são desconhecidos, embora não sejam todos declarados abertamente. Por exemplo, a publicação de trabalhos é uma necessidade clara, mas não necessariamente está sendo exigido que sejam em Journals. As IES precisam que os professores participem de Congressos, e neles a apresentação de trabalhos é muito apreciada.


Mas, o que realmente se espera das IES é que ofereçam ao seu principal cliente, ao final do curso, profissionais com a qualificação desejada. Nesse caso, entendo que o cliente das IES é a sociedade, não o a luno. O aluno, na minha visão é o receptor dos serviços, a primeira pessoa da sociedade que responde positivamente ou não sobre a qualidade do serviço prestado. E a primeira medida de sucesso da IES é a sua empregabilidade.


Os professores, dessa forma, devem oferecer um pouco mais do que o conteúdo e, sob esse ponto de vista, a aprendizagem vivencial é uma abordagem pedagógica muito interessante. É uma forma de conectar a teoria com a prática que, aliás, é uma recomendação do MEC para qualquer curso superior. Isso leva para a família do universitário uma conexão entre o objetivo da sua família com o que o curso oferece. O esforço passa a ser algo de interesse de todos nela.




Assim, o professor que, independente da sua disciplina, oferece aos alunos alguma oportunidade nesse sentido, melhora a qualidade da sua contribuição para a formação do aluno, sem dúvida. Os jogos de empresas são uma excelente maneira de atuar nessa abordagem pedagógica, por serem extremamente seguras por estarem sob o absoluto controle do professor, diferentemente de algumas outras técnicas que dependem de fatores externos ao seu controle. Mas, o que o professor talvez não perceba é que ao usar mais essa técnica didática, está aumentando efetivamente a sua própria empregabilidade.


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Isso se deve ao fato de que uma disciplina, qualquer que seja, que seja oferecida com uma atividade vivencial como o jogo de empresas, acrescenta qualidade de técnica didática. As IES apreciam isso e isso, sem dúvida, melhora o seu posicionamento quanto a qualidade de ensino.


Por esse, e outros motivos, que compreendo que todos os professores deveriam buscar conhecer jogos de empresas. Não apenas um ou dois de um único fornecedor, mas vários e de vários fornecedores diferentes. Da quantidade que o professor conhecer virá a sua qualidade na escolha daquele que mais é adequado ao estilo do professor.


Por isso, ofereço sem ônus para o professor, cursos expressos de formação em jogos de empresas. Não são, de nenhuma forma, cursos de um único jogo, mas acrescentam mais uma linha nas suas capacidades complementares adquiridas para o exercício do magistério superior.

Pense nisso e, se tiver interesse, fale comigo, clique aqui e deixe sua mensagem diretamente para mim.


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