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Minha história na Gamificação

Atualizado: 13 de jul. de 2020


Nesse relato de vida, exponho a estória de como saí de uma posição de caixa de banco, até tornar-me um professor universitário.

Por vezes, os relatos de evolução na carreira podem servir como uma opção alternativa. Nesse caso, um caminho possível pode acrescentar mais uma competência para o seu crescimento profissional. Nesse relato de vida, eu me exponho a estória de como saí de uma posição de caixa de banco, passando por um período como empreendedor até tornar-me um professor universitário. Isso explica como os jogos de empresas são muito importantes para mim. Os jogos de empresas são realmente uma ferramenta que aumenta a empregabilidade e competitividade porque são um complemento para a bagagem profissional. Eu começo com a estória que dá o contexto de onde saíram os jogos de empresas na minha vida e em seguida exponho como aconteceu a gamificação na minha evolução pessoal.

Vida bancária

Eu comecei a trabalhar no setor bancário em 1978, no Banespa, como auxiliar de escriturário, nivel F.  Não havia nada abaixo de mim naquela carreira. Naquele tempo, esse banco era estatal e tinha passado em um concurso para isso. Ganhava pouco e estava no meu primeiro ano de faculdade de administração. Tive sorte de trabalhar e estudar no mesmo local, na Universidade de São Paulo, onde ficava aquela agência bancária.

Em pouco mais de um ano já tinha percebido que era um bom começo, mas estava começando errado. Se eu tinha ambição de crescer nesse setor, o começo deveria ser junto a alta administração e não na agência, onde o teto da minha ambição encerrava-se numa gerência de agência. Reiniciei minha abordagem profissional indo para outro banco, o BCN. E nessa vez, comecei como estagiário na Divisão de Estudos Econômicos. Nesse setor do banco tive oportunidades maravilhosas de conhecer profundamente o negócio bancário do ponto de vista de estar entre analistas. Atuei até na Bolsa de Valores, como analista econômico-financeiro. Na verdade, essa carreira de analista evoluiu rapidamente: em cinco anos passei de estágiário para trainee, junior, pleno e senior, até ocupar a posição de praticamente trabalhar sozinho sob a tutela do Sebastião Muzeti, que até hoje trabalha na administração dessa mesma área, mas agora