Minha história na Gamificação

Minha história na Gamificação

Atualizado: 30 de Nov de 2019


Nesse relato de vida, exponho a estória de como saí de uma posição de caixa de banco, até tornar-me um professor universitário.

Por vezes, os relatos de evolução na carreira podem servir como uma opção alternativa. Nesse caso, um caminho possível pode acrescentar mais uma competência para o seu crescimento profissional. Nesse relato de vida, eu me exponho a estória de como saí de uma posição de caixa de banco, passando por um período como empreendedor até tornar-me um professor universitário. Isso explica como os jogos de empresas são muito importantes para mim. Os jogos de empresas são realmente uma ferramenta que aumenta a empregabilidade e competitividade porque são um complemento para a bagagem profissional. Eu começo com a estória que dá o contexto de onde saíram os jogos de empresas na minha vida e em seguida exponho como aconteceu a gamificação na minha evolução pessoal.

Vida bancária

Eu comecei a trabalhar no setor bancário em 1978, no Banespa, como auxiliar de escriturário, nivel F.  Não havia nada abaixo de mim naquela carreira. Naquele tempo, esse banco era estatal e tinha passado em um concurso para isso. Ganhava pouco e estava no meu primeiro ano de faculdade de administração. Tive sorte de trabalhar e estudar no mesmo local, na Universidade de São Paulo, onde ficava aquela agência bancária.

Em pouco mais de um ano já tinha percebido que era um bom começo, mas estava começando errado. Se eu tinha ambição de crescer nesse setor, o começo deveria ser junto a alta administração e não na agência, onde o teto da minha ambição encerrava-se numa gerência de agência. Reiniciei minha abordagem profissional indo para outro banco, o BCN. E nessa vez, comecei como estagiário na Divisão de Estudos Econômicos. Nesse setor do banco tive oportunidades maravilhosas de conhecer profundamente o negócio bancário do ponto de vista de estar entre analistas. Atuei até na Bolsa de Valores, como analista econômico-financeiro. Na verdade, essa carreira de analista evoluiu rapidamente: em cinco anos passei de estágiário para trainee, junior, pleno e senior, até ocupar a posição de praticamente trabalhar sozinho sob a tutela do Sebastião Muzeti, que até hoje trabalha na administração dessa mesma área, mas agora é Bradesco, que adquiriu esse banco.

Descobrindo a TI

Após 10 anos no BCN, passei para o Banco Itamarati e, lá, descobri que tinha desenvolvido, ao longo desses quinze anos de vida bancária, um sistema de informações que era precioso demais para ser exclusivo de meus empregadores. Conheci o Paulo Antonio do Espírito Santo, um guru das origens da informática no Brasil. Um dos primeiros que trouxeram a TI diretamente dos EUA para cá. Já faziam alguns anos que eu tinha uma atividade paralela como consultor de TI, desde o BCN, e, então, parti para o vôo do empreendedorismo. Em 1991, abri uma firma de consultoria especializada em sistemas de informação.

Em um ano, eu já estava com meu escritório na Rua Boavista, em São Paulo. Antes disso, já faziam alguns anos que atendia vários bancos e financeiras com meu sistema de informações gerenciais, ainda sendo bancário e o escritório tornou-se necessário para profissionalizar a atuação como consultor. Em pouco tempo, o comércio e indústria também passaram a adquirir meus serviços de consultor, mas fortemente sustentados pelos sistemas de informação. Na época, eu tinha uma boa visão de que esse sistema era a pedra angular para análises estratégicas e, principalmente, para o acompanhamento das decisões tomadas nesse nível da administração.

Play the game

Foi nesse contexto que reencontrei meu orientador de Trabalho de Curso (TCC), Prof.  Dr. Alberto Borges Matias, em uma financeira em que estávamos prestando consultoria. Eu com meu sistema de informações e ele com seu modelo de estratégia bancária. Em uma conversa social de corredor, ele sugeriu que meu sistema poderia ser a base para um jogo de bancos. A princípio, não sabia se aquilo era um elogio pela qualidade do sistema ou qualquer outra coisa por conta da simplicidade de utilização, mas vi como uma oportunidade. É um sistema complexo para análise estratégica de bancos e que consolida todas as operações financeiras. E assim, em 1992, o sistema virou jogo. Minha primeira atuação com ele foi com um dos meus clientes, como treinamento corporativo e, em pouco tempo, já estava utilizando como uma disciplina em cursos que o Alberto oferecia para empresas. Ele me incluiu em um curso para a Oracle e, depois, uma infindável sequência de grandes empresas interessadas em conhecer o segmento bancário aderiram à essa técnica de aprendizagem vivencial.

Mas, a aprendizagem baseada em computadores era uma área desconhecida para mim.

Adquiri, alguns anos depois, uma escola franqueada de uma rede de ensino baseado em computadores, o chamado Computer Based Training (CBT). Durante cinco anos pesquisei profundamente essa abordagem, sem imaginar que a internet seria a plataforma para o meu negócio anos depois. Fui convidado a aplicar esse jogo de bancos nos melhores MBAs do Brasil e em pouco tempo eu já era uma conhecido por essa nova competência.

Do Brasil para o mundo.

A partir do contato com o Prof. Dr. Mário Tanabe, modelei o meu jogo de administração geral, que utilizei na minha escola e que hoje é o meu primeiro jogo de alcance internacional. É um orgulho pessoal muito grande ver o interesse pelas universidades norte-americanas e européias nesse aparato.


Minha intenção é compartilhar essa evolução profissional, abrindo a possibilidade que outros possam aderir a essa técnica didática nas suas aulas, independendo de ser na matéria de jogos de empresas. Desenvolvi com o Prof. Dr. Fauze Najib Mattar o seu modelo de Marketing, que resultou em mais jogo de empresas, o Planmarket.

Sugestão: Falar sobre a importância de ter se capacitado, de querer aprender coisas novas e se conectar com as tecnologias que estavam surgindo.

Apresentar também a importância de aprender com profissionais capacitados e experts no assunto.

Fazer referência também ao artigo “empregabilidade do professor” citando que assim como antigamente, o mercado estava mudando e novas oportunidades estavam surgindo para melhorar as formas de aprendizado.

O jogo continua.

Hoje, disponho de seis jogos de empresas que são aplicados em salas de aula e a distância, desde graduação até pós-graduação strictu e latu sensu. São o ambiente virtual de aprendizagem que utilizo na disciplina que leva esse nome e que é uma das formas de conexão entre a teoria e a prática utilizadas nos cursos de administração recomendada pelo Ministério da Educação (MEC) para os cursos superiores.

Se você estiver interessado em saber como eu utilizo jogos de empresas em outras disciplinas, como marketing, produção, finanças, logística e outras, nos próximos posts eu vou explicar como é a inclusão desse tipo de aprendizagem vivencial com mais detalhes.

Convido a deixar seu e-mail para saber mais sobre gamificação e aprendizagem ativa.


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