A NewisCool e os mestres do Vale do Silício em atividades complementares

A NewisCool e os mestres do Vale do Silício


A NewisCool é uma empresa de tecnologia educacional que comercializa uma plataforma que adota a aprendizagem ativa como método didático. A sua aplicação mais conhecida é o uso para inovação e empreendedorismo. E, o fundamento para o ensino de empreendedorismo vem de grandes nomes do meio de inovação e negócios.



Existem muitos Ambientes Virtuais de Aprendizagem (AVA), originalmente conhecidos como Learning Management Systems (LMS), e a regra geral nessas plataformas é a aprendizagem tradicional para uso presencial, a distância ou híbrido. A principal diferença é que a plataforma da NewisCool se presta a portar atividades, ou seja, não é uma entrega de conteúdos dos cursos tradicionais. As atividades são principalmente baseadas no aprender-fazendo e aprender com os próprios erros, em um processo de construção do conhecimento baseando-se na experiência, conhecida como Aprendizagem Vivencial (Experiential Learning).

Os fornecedores de atividades para a plataforma são antigos conhecidos no meio das simulações e jogos, entre eles a Meban Metodologia Bancária que, curiosamente, começou produzindo simuladores e sistemas de informações gerenciais exclusivamente para bancos. Essa empresa iniciou atividades em 1993 e, em pouco tempo, lançou outros para uso no comércio e indústria. A partir de 2005, houve a especialização do uso dos simuladores para uso educacional. E, com a fundação da NewisCool, em 2018, passou a ser a principal fornecedora de simuladores para essa plataforma.

A NewisCool nasce da ideia de melhorar as pessoas e com os simuladores da Meban colocou em prática a concepção de que isso pode ser feito fazendo suas empresas terem sucesso. O aluno pode, eventualmente, decidir por ir avante e aproveitar seu estudo imediatamente e criar uma empresa real, mas isso não é absolutamente necessário.




A partir do momento em que é possível reproduzir completamente o desenvolvimento de uma empresa e até mesmo de uma startup com base tecnológica, ficou claro que uma versão da plataforma poderia incluir o desenvolvimento de startups, usando os mesmos simuladores de terceiros, porém, com uma estrutura mais orientada pelo que os líderes do segmento de startups modelaram e publicaram em livros e treinamentos.

A modelagem do desenvolvimento de startups é resultado de anos de acompanhamento das empresas que se originaram principalmente no Vale do Silício, nos Estados Unidos. Apesar do enorme interesse científico, o máximo que se pode afirmar é que as pesquisas são inconclusivas quanto aos exatos fatores determinantes para o sucesso desses empreendimentos. Muitas correlações foram encontradas mas, mesmo com a grande base de dados primária acessível, isso não explica porque as empresas com determinadas características combinadas fracassaram e nem porque outras com atributos muito semelhantes tiveram sucesso.

Isso leva a crer que a teoria não explica completamente o sucesso e a visão da NewisCool é a de que se a teoria não é suficiente para indicar a combinação perfeita para que as empresas atinjam o sucesso, o passo a passo que elas utilizaram leva a crer que isso oferece as condições para que o sucesso ocorresse, mesmo que a lógica científica buscada empiricamente não explique completamente. Em poucas palavras, se já conhecemos o que deve ser feito e o que não trás resultado, porque não seguir um passo a passo definido que propicia as condições que foram identificadas cientificamente como válidas em uma ordem e lógica que estão propostas por pesquisadores não necessariamente científicos?

Para confirmar que essa é uma abordagem acertada, estudos mais recentes mostram que os empreendedores de sucesso são justamente aqueles mais preparados e, também, são os com menores taxas de fracasso. Ou seja, a experiência e conhecimento estão indicados como fatores de alta importância e explicam o sucesso.

Se alguns “pesquisadores não necessariamente científicos” conseguem levar empresas ao sucesso atingindo um valor de mercado acima de 1 milhão de dólares, não há teoria que possa negar que isso é um sucesso. E, se na jornada para essa vitória foram seguidos alguns passos, são exatamente os mesmos passos que deveríamos realizar e, mais importante, dentro da mesma lógica de execução que funcionou. Não se trata de questionar se racionalmente a ordem dos passos esteja correto, mas de aceitar que as lógicas das aceleradoras estão mais próximas de obter resultados do que as lógicas vindas da ciência.

Por conta disso, não vemos como problema a adoção do Design Thinking para formalizar o mesmo modelo proposto pelos autores (não necessariamente científicos) que dão estrutura para as aceleradoras. Afinal, eles obtêm resultados em curto prazo.

Esses modelos foram desenvolvidos principalmente por Eric Ryes, Steve Blank, Alex Osterwalder, Jake Knapp e Anthony W. Ulwick. Outros autores são acrescentados a nossa lista por conta da necessidade de aprofundar o que esses construíram, mas sem substituí-los, apenas acrescentando formas de melhorar os seus processos. Seus principais livros:

Dessa forma, ao produzir uma plataforma para desenvolver empreendedores por meio do sucesso das suas startups (nosso objetivo), notamos que mesmo esses autores caminham ao encontro do sucesso das empresas, mas não necessariamente desenvolvendo as pessoas, o empreendedor em si, que estão no processo.

Assim, não adotamos plenamente nenhum dos seus modelos, mas não deixamos de considerar que as etapas e lógicas são essenciais. Mas, somamos a isso a formação do empreendedor. Esses autores aceitam como fato de que os empreendedores de sucesso são aqueles que já tiveram experiências anteriores porque fracassaram. Ou seja, aceitam que o aprender-fazendo e o aprender-com-os-próprios-erros é o que produz a maturidade e expertise empreendedora.

Essa abordagem do aprender-fazendo e o aprender-com-os-próprios-erros pode ser realizada pelos empreendedores em formação sem que tenham que arriscar tempo e dinheiro para isso. Nossa proposta metodológica se baseia em simuladores como forma de ganhar essa experiência sem que se perca tempo e dinheiro para arriscar um novo fracasso para aprender com isso.

Em simuladores, podemos replicar o processo de criação e desenvolvimento de uma empresa, que pode ser uma startup ou não, e o empreendedor pode aprender com isso. Mas, acrescentamos uma pimenta nesse ensopado: algumas simulações serão sobre o negócio que ele deseja abrir. Assim, sempre que possível ele irá buscar dados reais para sua simulação e já irá se aprofundar no objeto do seu desejo de negócio.

Ao mesmo tempo que aprende (sim, aprende-fazendo e aprende-com-os-próprios-erros) ele já está construindo seu negócio. E, se ele pode errar e é um simulador, ele pode tentar de novo no próprio simulador até obter um resultado melhor. Isso diferencia essa técnica com os estudos de caso em que tendo terminada a análise não há mais nada a fazer do que imaginar como teria sido se fosse feito algo diferente. Aqui no nosso modelo é considerado bom tentar novamente, em vez de aceitar um resultado que pode ser melhorado.

Ainda uma característica de nosso método: não há aulas. Sempre que absolutamente necessário serão encontradas instruções sobre como executar uma tarefa, mas não a teoria que está por trás dela. Quando possível indicamos o autor e o texto ou vídeo por meio de um link que o levará para onde se encontram informações mais detalhadas. O mais comum é que você seja encaminhado para uma página de busca em que a chamada já irá colocá-lo nos principais resultados. O objetivo é que você aprenda a buscar as informações corretas, independente do nosso sistema.

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